Resumo do filme A Paixão de Cristo de Mel Gibson

Fonte da imagem: I Gospel

Titulo Original: The Passion of the Christ

País de Origem: EUA

Gênero: Drama

Duração: 127 minutos

Ano de Lançamento: 2004

Diretor: Mel Gibson


O filme mostra detalhadamente, sob uma perspectiva emocionante e sensibilizadora, as últimas doze horas de sofrimento e martírio de Jesus Cristo antes dele ser crucificado.
Depois da ceia, Jesus e seus discípulos vão dormir no Jardim das Oliveiras ou Getsêmani, onde Jesus ora e pede a Deus que lhe afaste o cálice ou sofrimento e tortura que Ele estava prestes a perpassar. Judas Iscariotes, um dos seus seguidores, o trai por trinta moedas de prata contando aos lideres fariseus onde Ele e os demais discípulos se encontravam.
Chegando ao jardim identifica Jesus aos soldados com um beijo no rosto, os quais o prendem, sendo que Ele não esboça nenhuma reação de fuga ou violência. Pedro, porém reage e corta a orelha de um dos soldados com uma espada. Jesus o cura através de um milagre. Os discípulos fogem com medo de serem presos e abandonam Jesus.
Ele é levado a presença de Pôncio Pilatos acusado pelos fariseus por uma séria de mentiras forjadas hipocritamente, como blasfêmia contra as leis de Deus, incitação de conflitos e agitações e incentivo ao não pagamento de impostos a Cesar, o imperador Romano da época, porém a verdade sobre Jesus foi distorcida, afinal não aceitavam que Ele, um simples e humilde carpinteiro, pudesse ser o filho de Deus, o messias prometido, o Salvador da Humanidade. Estavam receosos de perderem o seu poder, prestígio e reconhecimento para um simples homem que se dizia O Escolhido por Deus para livrar a todos dos seus pecados. Tinham que de qualquer forma o criminalizarem e o julgarem a morte para livrarem-se Dele, porém mesmo depois da sua morte Jesus continua mais vivo do que nunca nas nossas mentes e corações.
Pilatos percebendo a inocência de Jesus e a insanidade dos fariseus decide se livrar desta decisão polêmica de condenar-lhe e o manda para o governador da Palestina, o Rei Herodes, para que ele decida o que fazer, porém, por sua vez, o considera um louco fanático e o manda de volta a Pilatos.
Dividido, por um lado, entre a inocência de Jesus e a decisão de libertá-lo e, por outro, temendo uma revolta popular e a desestabilização do seu governo, Pilatos joga para o povo a decisão de inocentar ou de condenar Jesus em troca da liberdade de Barrabás, um criminoso de alta periculosidade. O povo influenciado e ludibriado pelos fariseus liberta Barrabás e condena Jesus a morte na cruz. Libertaram um criminoso sem escrúpulos para condenar a morte lenta e dolorosa do mais inocente, amável e dócil homem de todos os tempos.
A partir daí Jesus sofre de forma indescritível durante dozes horas consecutivas. É esmurrado, cuspido no rosto e humilhado publicamente pelos soldados. Seu corpo fica desfigurado após ser cruelmente chicoteado inúmeras vezes com chicotes com ferros nas pontas. Jesus suportou tudo sem soltar um grito sequer. A dor física que sentiu foi inenarrável. Carregou sobre si todos os pecados da humanidade. Os soldados o pilheriavam, o agrediam. Zombavam do seu sofrimento, porém Jesus em nenhum momento esboçou reação de ódio ou vingança, pelo contrário, os perdoou através de olhares singelos, fazendo-os repensarem suas atitudes.
Passou à noite inteira acorrentado num calabouço depois de ser chicoteado e de ter a pele rompida, rasgada, ferida brutalmente. Perdeu quase todo o seu sangue. No dia seguinte é obrigado a carregar a própria cruz. Como estava fraco, sem forças caiu várias vezes ao longo do caminho. A multidão o escarnecia, o injuriava, o violentava de todas as formas.
Um dos homens presentes é obrigado pelos soldados a ajudá-lo a carregar a cruz. Fica condolente com a situação deplorável e estarrecedora em que encontrava-se Jesus depois de tanto sofrimento.
Já no monte do Gólgota ou no calvário Cristo é crucificado impiedosamente. Viram a cruz ao contrario para entortarem os pregos com Jesus já pregado. Talvez a dor que sentira tenha sido descomunal. Dois criminosos foram presos ao seu lado, um do lado esquerdo outro do direito. A crucificação era uma prática comum em Jerusalém para condenar criminosos, no entanto Jesus nunca foi um criminoso, ao contrário, sempre pregou durante a sua vida o amor ao próximo, a paz, a liberdade, o companheirismo, a solidariedade e outros valores, porém contraditoriamente foi o mais perseguido de todos os homens e o mais torturado na época.
Um dos criminosos, porém se arrepende dos seus pecados e defende Jesus pedindo a Ele que o salve. Jesus responde: “ainda hoje estarás comigo no paraíso”. O outro o condena e tem os seus olhos arrancados por um corvo.
Mesmo sofrendo dores horríveis na cruz Jesus ora a Deus pelos seus carrascos pedindo-o que os perdoe, pois eles não sabiam o que faziam. Quem já fez algo semelhante? Quem já pediu antes na história da humanidade que nos amemos uns aos outros como a nós mesmos? Provavelmente ninguém, pois fomos e somos corrompidos pelo pecado, pelo ódio, pela falsidade, pela inveja, pela ambição, pelo individualismo e pelo egocentrismo.

Jesus venceu a morte, pois morreu quando quis. Morreu não, entregou o seu espírito a Deus. Depois do terceiro dia da sua morte ele ressuscitou e permanece até hoje presente em nossas vidas, no nosso dia a dia, no nosso trabalho, na nossa casa e em todos os lugares que desejarmos a sua presença. Só basta crê nele e aceitá-lo. Se entregar de corpo e espirito à sua presença.

 Autor: Marcondes Torres. 

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2 comentários :

Pau Kuri disse...

É maravilhoso, mas muito triste. Eu acho que um dos melhores filmes voltados para a religião é Risen uma focada na ressurreição de Cristo, do ponto de vista de uma história ateu. Contextualmente falando, eu aplaudo o seu recurso cinematografia maravilhoso especialmente no terceiro ato. Tudo parece estar em linha com o tempo, incluindo alguns diálogos ou cenas vão de acordo com a Bíblia. Além disso, não é exagero na violência, nem recorrer a fantasia visual para dizer um ao outro milagre.

Chanpz disse...

Amém

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